Bêbados e loucos? Toda cidade tem um tanto.São responsáveis por caracterizar seu local, dar um pouco de movimento e alegria e permitem os "normais" à projetarem seus instintos nos loucos de rua, mas por romperem com alguns dos pensamentos do mundo moderno(razão, liberdade e individualidade) são considerados ameaça. A política pré-estabelecida para lidar com esses excêntricos personagens é um tanto quanto falha, em relação aos governos e ao resto da população. Não sabemos qual a maneira certa de interagir, se é que devemos, e isso acaba por provocar lesões, tanto neles quanto em 'nós'. Hoje minha mãe recebeu uma chinelada violenta de uma senhora atormentada, que se tivesse a atenção e o tratamento necessário não causaria aquele furacão em pleno comércioe não seria vista como ameaça. Não tenho conhecimento de causa suficiente, mas acredito que um maior rigor na àrea psquiátrica da cidade ajudaria a vida desses pobres coitados que acabam por sugar a energia da gente.
Maria Rata, Lilita, Cafézinho, Vavá da Bomba Atômica, são todos figuras marcadas na memória de qualquer um que anda pelas ruas de Conquista. Então, queridos conterrâneos não permitam que os "maluco-beleza" e nem mesmo os "maluco-malvadeza" tenham um percusso trágico pela suas passagens e que a loucura sirva de exemplo.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
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